29 de abril no Paraná: vai ter dia mais revoltante que esse?

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A VIOLÊNCIA DESCABIDA DO DESGOVERNO RICHA

Um  verdadeiro aparato de guerra, com helicópteros, blindados, bombas de gás lacrimogêneo, policiais armados de escudos, cassetetes e gás pimenta, foi montado ontem  pelo governador Beto Richa, com ordens para reprimir a manifestação legítima dos professores e demais servidores, contra o projeto de confisco da previdência, que eles contribuíram por anos para garantir como direito. O resultado foi um confronto de forças desiguais, que covardemente deixou centenas de professores e manifestantes feridos.

Dentro do prédio da assembleia legislativa, escondidos atrás das paredes e de uma decisão judicial que impedia os manifestantes e populares de acompanhar e se manifestar na chamada “casa do povo”, os deputados da base governista vergonhosamente seguiam as ordens do governador e tocavam adiante, em três sessões seguidas,  a aprovação do confisco, enquanto do lado de fora os manifestantes eram duramente, cruelmente e desmedidamente reprimidos.

Uma injustiça. Uma vergonha. Um crime cívico. Um atentado contra a liberdade de manifestação e contra a democracia. No Brasil inteiro, a população se indignou contra a truculência e o desgoverno que virou o governo Beto Richa.

O Coletivo Sindical da Copel repudia a truculência do governador e a covarde posição dos deputados governistas.

Somamos nossas vozes aos que exigem do governador explicações sobre o estado das contas públicas do Paraná. O que foi feito na gestão Beto Richa, a que mais arrecadou em impostos, a que mais aumentou os preços da tarifa de energia elétrica e a que mais se diz “quebrada”? Que situação financeira é essa que leva o governador a meter a mão no fundo de previdência dos servidores, para o qual contribuíram por anos? Que dívida é essa que faz com que o governador seguidamente amplie a parcela dos acionistas nos lucros da Copel, fazendo mais caixa para o governo e descapitalizando o futuro da Empresa?

Exigimos transparência e repudiamos a violência!

VAMOS ANOTAR O NOME DOS DEPUTADOS QUE SE ESCONDERAM DO POVO E VOTARAM O CONFISCO DA PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES:

 Alexandre Curi (PMDB), Alexandre Guimarães (PSC),  André Bueno (PDT), Artagão Jr. (PMDB), Bernardo Ribas Carli (PSDB), Claudia Pereira (PSC), Cobra Repórter (PSC), Cristina Silvestri (PPS), Dr. Batista (PMN), Elio Rusch (DEM), Evandro Jr. (PSDB), Felipe Francischini (SD), Fernando Scanavaca (PDT), Francisco Bührer (PSDB), Guto Silva (PSC), Hussein Bakri anote(PSC), Jonas Guimarães (PMDB), Luiz Carlos Martins (PSD), Luiz Claudio Romanelli (PMDB), Marcio Nunes (PSC), Maria Victoria (PP), Mauro Moraes (PSDB), Missionário Ricardo Arruda (PSC), Nelson Justus (DEM), Paulo Litro (PSDB), Pedro Lupion (DEM), Plauto Miró (DEM), Schiavinato (PP), Tiago Amaral (PSB), Tião Medeiros (PTB), Wilmar Reichembach (PSC).

 DEPUTADOS QUE VOTARAM CONTRA – 20

Adelino Ribeiro (PSL), Ademir Bier (PMDB), Anibelli Neto (PMDB), Chico Brasileiro (PSD), Evandro Araújo (PSC), Gilberto Ribeiro (PSB), Gilson de Souza (PSC), Marcio Pacheco (PPL), Marcio Pauliki (PDT), Nelson Luersen (PDT), Nereu Moura (PMDB), Ney Leprevost (PSD), Palozi (PSC), Pastor Edson Praczyk (PRB), Péricles de Mello (PT), Professor Lemos (PT), Rasca Rodrigues (PV), Requião Filho (PMDB), Tadeu Veneri (PT) e Tercílio Turini (PPS).

 DEPUTADOS QUE NÃO VOTARAM – 2

Cantora Mara Lima (PSDB) e Paranhos (PSC).

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