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MAIORIA DOS COPELIANOS DECIDE PELO FECHAMENTO DO ACORDO

MAIORIA DOS COPELIANOS DECIDE PELO FECHAMENTO DO ACORDO

deu simTerminou agora, às 11:49 horas, a apuração dos resultados da segunda rodada de assembleias que avaliaram a proposta da Copel. A maioria dos copelianos votou SIM, decidindo pelo fechamento do ACT 17/18.

 

OS RESULTADOS SÃO OS SEGUINTES:

– SIM: 3085 votos

– NÃO: 835 votos

– Brancos: 14 votos

– Nulos: 11 votos

– Abstenções: 10

Os resultados serão agora oficialmente comunicados à empresa, para os encaminhamentos de formalização e assinatura do Acordo Coletivo, bem como para os procedimentos de pagamento dos salários e benefícios, nos termos negociados.

No próximo dia 25 já será feito o pagamento, com a parcela prevista do abono e o reajuste nos salários e nos benefícios, conforme a proposta negociada, com as diferenças relativas a outubro.

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A apuração foi transmitida e acompanhada ao vivo pelos copelianos

Na avaliação dos sindicatos a proposta ficou aquém do desejado, mas houve avanços significativos no correr das negociações, chegando ao que pode ser considerado o melhor acordo entre as empresas do setor, considerando-se os salários e demais benefícios.

A grande força que levou ao avanço da proposta nas negociações foi a insatisfação que os copelianos souberam demonstrar, fortalecendo os argumentos e a atuação dos sindicatos nas reuniões.

Vamos fechar o ACT 17/18 e já nos preparar para as lutas que virão, pois a situação no país e na própria Copel sinalizam para tempos difíceis, de constante perigo para os direitos conquistados.

Informaremos as novidades.

← NEGOCIAÇÕES DO ACT 17/18 ACONTECEM DE 18 A 22/09

ACORDO SERÁ NEGOCIADO COM A COPEL SOB PRESSÃO DE INTERESSES PODEROSOS

charge 5Não está fácil o ambiente da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 17/18. O blog COLETIVO alerta para interesses que estão pressionando o ambiente e a gestão da empresa, exigindo a atenção dos copelianos e copelianas.

O CONTROLE DO GOVERNO ESTADUAL

Desde 2016, as negociações de acordos coletivos e de PLR no Paraná precisam passar pelo crivo do CCEE – Conselho de Controle das Empresas Estaduais, instituído pela vontade do governador Beto Richa, através da Lei 18875, de setembro/2016. Esse Comitê tem como atribuição estabelecer diretrizes e controlar as atividades e o desempenho das empresas públicas e de economia mista do Paraná. Na prática, o que o CCEE vem fazendo é forçar as empresas a limitarem gastos com pessoal.

Outro risco é a sanha de Beto Richa em fazer caixa às custas da Copel. Já comprometeu investimentos previstos na empresa ao ampliar de 25% para 50% a distribuição dos lucros de 2016 para acionistas, porque quis fazer caixa para o governo.

A isso se soma que, em 2016, o governo paranaense deixou de pagar R$ 250 milhões em parcelas que deve para a Copel, referentes uma dívida de R$ 1,4 bilhão, com vencimento em 2025. Esses dados foram apurados e revelados pelo deputado Tadeu Veneri (PT). Como resultado dessa falta de pagamento, a Copel, pela primeira vez, cortou o repasse de dividendos de lucro ao governo estadual, correspondente a R$ 83,7 milhões, dos lucros de 2016.

Ainda vindo do governo estadual, há o risco, especulado na imprensa no início de junho deste ano, de que o governo promova nova oferta de ações da Copel no mercado, o que pode comprometer o controle acionário e jogar a Copel nas mãos da iniciativa privada.

O PODER E OS INTERESSES DA ANEEL

Por fim, há também as ameaças vindas da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, de não renovar a concessão da Copel DIS, caso não se diminua seus custos. A ameaça é real e tem sido reforçada pelos representantes da Copel aos sindicatos, em seguidas reuniões onde se discute as metas da PLR. Tanto que a posição da Copel tem puxado a corda para melhorar metas ligadas à distribuição.

Para os sindicatos do COLETIVO CSEC, é uma situação um tanto contraditória que a Copel, sendo eleita a melhor distribuidora de energia do país pela sexta vez nos sete últimos anos pelo prêmio Abradee, esteja correndo riscos de perder sua concessão. Esse prêmio representa a qualidade percebida em quesitos como fornecimento de energia e atendimento ao consumidor.

A única coisa que explica o risco vivido pela Copel DIS é que a ANEEL, guiada por critérios de mercado, olha para gastos com empregados como defeito e não como fator de qualidade. Com uma orientação empresarial, esse órgão regulador não quer perceber que se a empresa jogar para baixo o tratamento ao quadro de empregados, vai estar esvaziando o próprio espírito empreendedor que move sua qualidade.

RISCOS A UMA NEGOCIAÇÃO VERDADEIRA

somar por elaEm comum, tanto os interesses do governo estadual quanto os da ANEEL atuam contra uma negociação livre e verdadeira entre os sindicatos e a empresa. Ao falar em diminuir custos com pessoal, tanto a CCEE quanto a ANEEL olham friamente para os números, sem perceber que a Copel só é o que é pelo empenho e compromisso de seus trabalhadores, ao longo de muitas décadas.

Nossa luta no ACT 17/18 é por uma negociação de verdade, onde a Copel e seus trabalhadores não sejam tratados como brinquedos de governantes de ocasião e de interesses de mercado.

ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

esclarOlá copelianos

Durante o dia de hoje, quinta, 24/11, um item da minuta do Acordo coletivo da PLT, o parágrafo 3º da Clausula 1ª, levantou dúvidas entre os copelianos e os sindicatos sobre seu significado.

O parágrafo diz o seguinte:

O empregado somente fará jus à participação convencionada com a empresa à qual está vinculado por meio de contrato de trabalho, independentemente de sua lotação, vedada qualquer participação nos lucros e resultados de mais de uma empresa estatal, pertencente ou não ao mesmo grupo ou conglomerado”.

Os sindicatos solicitaram a Copel esclarecimentos quanto ao sentido da redação do item e a empresa explicou que ele foi inserido por solicitação do Comitê de Controle das Empresas Estatais – CCEE, visando deixar claro que o empregado de empresa estatal somente pode receber a PLR relativa a uma empresa estatal, evitando-se que empregados cedidos ou requisitados em outra empresa que não aquela que o emprega recebam PLR em duplicidade.

Com esse esclarecimento, fica claro que o item não representa qualquer risco ao direito do copeliano à PLR. Existe item semelhante nos acordos de PLR da Itaipu, por exemplo. A Copel assumiu o compromisso de esclarecer o assunto aos trabalhadores, através das gerências. Os sindicatos consideram importante que as dúvidas sejam prontamente resolvidas e também farão esse esclarecimento, nos informativos e nas assembleias de avaliação da PLR, em andamento.

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

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Os representantes do COLETIVO CSEC e da Copel, no protocolo da Pauta Unificada de Reivindicações

Os sindicatos do COLETIVO CSEC protocolaram perante a Copel a Pauta de Reivindicações Unificada dos copelianos de suas bases de representação. A pauta foi entregue no dia 28 de julho, em reunião com essa finalidade, onde estiveram os representantes dos sindicatos que compõem o coletivo e, pela Copel, o Diretor de Gestão Empresarial, Gilberto Mendes Fernandes, acompanhado de Luiz Carlos Cavanha Junior e Ana Letícia Feller, do RH e da comissão negociadora da empresa.

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Sindicalistas e representantes da Copel conversam sobre as expectativas e cronograma para as negociações

Além de entregar a pauta, os sindicatos sugerem, em ofício, que as negociações visando o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17 se iniciem na semana de 12 a 16 de setembro. Até lá, a Copel irá analisar as reivindicações dos trabalhadores e preparar sua proposta para o ACT.

A pauta dos copelianos representados pelo COLETIVO CSEC contém 39 reivindicações, agrupadas em três blocos. No bloco inicial estão as

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A pauta é formalmente recebida pela Copel, que agora irá analisá-la.

reivindicações que são inerentes ao Acordo Coletivo, como a manutenção de conquistas anteriores, reuniões periódicas de avaliação, garantia de emprego e outras. No segundo bloco estão os itens econômicos, como reajuste salarial e reajustes nos demais benefícios que formam a remuneração. No terceiro bloco estão os itens administrativos, como licença maternidade e paternidade, jornada de trabalho e questões de saúde e segurança, entre outros.

Para os sindicatos do COLETIVO CSEC, o período de agora até o início das reuniões de negociação será de mobilização e organização dos copelianos para lutar por suas reivindicações. Os sindicatos têm convicção de que, quanto mais ativa e atenta estiver a categoria, mais fortes estarão os sindicatos na mesa de negociações.

A pauta de reivindicações entregue para a Copel está disponível na íntegra no link abaixo. Confira:

Pauta Unificada ACT 2016-2017

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

LOGO CAMPANHA 2Olá copelianos

 Os sindicatos do COLETIVO CSEC já deram a largada da campanha de mobilização e luta pelo Acordo Coletivo 2016/17. O COLETIVO CSEC é formado pelos sindicatos Senge-Pr (engenheiros), Steem (eletricitários de Maringá e região), Sindel (eletricitários de Londrina e região), Sinefi (eletricitários de Foz do Iguaçu), Sinel (eletricitários Ponta Grossa), Siemcel (eletricitários de Cascavel)  e Stiecp (eletricitários de Cornélio Procópio e região).

 O compromisso do COLETIVO CSEC é lutar pelos eletricitários, com firmeza, respeito, informação e transparência. Para que todos estejam bem informados sobre o que é um Acordo Coletivo, dedicamos essa matéria ao tema.

 O direito aos Acordos Coletivos de Trabalho é garantido no artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal, para os trabalhadores urbanos e rurais.

O Acordo estipula direitos e condições de trabalho no âmbito da empresa (ou empresas) acordantes e seus empregados. Cabe aos sindicatos representativos das categorias profissionais de trabalhadores, conforme previsto no artigo 611, parágrafo 1º da CLT, a celebração os acordos coletivos de trabalho com a empresa (ou empresas).

O QUE É DATA-BASE?

A data-base de uma categoria de trabalhadores é a época do ano em que ocorre a negociação e revisão das condições salariais e demais condições de trabalho que serão fixadas nos Acordos Coletivos.

Nessa ocasião, os trabalhadores, organizados em seus sindicatos, vão apresentar à empresa (ou empresas) empregadoras, sua pauta de reivindicações de condições salariais, direitos e benefícios, que querem transformar em normas de contrato coletivo de trabalho, ou seja, em direitos comuns dos trabalhadores da empresa.

No âmbito da Copel, a data-base é outubro. As assembleias estão acontecendo agora para aprovar a pauta de reivindicações. A empresa terá um tempo para analisá-la e depois iniciam-se as negociações.

O QUE SÃO AS ASSEMBLEIAS QUE DECIDEM SOBRE O ACORDO COLETIVO?

As assembleias gerais que decidem sobre o acordo coletivo de trabalho são momentos democráticos, onde os trabalhadores, coletivamente, aprovam as reivindicações que apresentarão para a empresa para negociar salários, direitos e benefícios. Essas assembleias estão previstas no artigo 612 da CLT.

Primeiro acontecem as assembleias que formam a pauta de reivindicações. A pauta deve ser definida coletivamente pelos trabalhadores, em assembleias sindicais, para ser apresentada a empresa e negociada entre ela e os sindicatos na data-base, buscando chegar ao Acordo Coletivo.

Depois ocorrem as assembleias que avaliam e decidem diante das propostas apresentadas pela empresa (ou empresas). Sindicatos verdadeiramente comprometidos com os trabalhadores, como os do COLETIVO CESEC, fazem questão de convocá-los, informá-los e ouvi-los nesses momentos fundamentais de decisão.

O QUE É DISSÍDIO COLETIVO?

Em caso de não haver acordo entre os trabalhadores e a empresa (ou empresas) nas negociações previstas para a celebração de Acordos Coletivos, poderá haver ajuizamento de ação de Dissídio Coletivo, buscando que a justiça trabalhista defina uma posição diante do conflito. Do lado dos trabalhadores, quem pode ajuizar ação de dissídio coletivo são as entidades sindicais que os representam, ou órgão competente do Ministério do Trabalho.

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

Olá copelianoslogo-campanha-3

Os sindicatos do COLETIVO CESEC, Senge-Pr (engenheiros), Steem (Maringá), Sindel (Londrina), Sinefi (Foz do Iguaçu), Sinel (Ponta Grossa), Siemcel (Cascavel)  e Stiecp (Cornélio Procópio), estão atuando a pleno vapor para conseguirmos um bom Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17, nas negociações com a Copel.

Nos dias 26 e 27/07, os sindicatos se reúnem em Curitiba para unificar as pautas aprovadas nas assembleias de cada entidade sindical. Dia 28, protocolam a pauta unificada na Copel.

As ações estão planejadas de modo que tudo aconteça com boa organização e informações disponíveis aos trabalhadores, constantemente. O compromisso do COLETIVO CESEC é lutar pelos eletricitários com firmeza, respeito às suas prioridades e transparência.

ALTERAÇÃO DE DATA, LOCAL E HORÁRIO DA ASSEMBLEIAS DE MARINGÁ DO AC/PL-2015/2016

ALTERAÇÃO DE DATA, LOCAL E HORÁRIO DA ASSEMBLEIAS DE MARINGÁ DO AC/PL-2015/2016

 

EDITAL RESUMIDO DE CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS

AVALIAÇÃO E DELIBERAÇÃO SOBRE A PROPOSTA DA COPEL

PARA O AC-PLR – 2015 / 2016

 

DIA               HORAS                CIDADE                                 ENDEREÇO 

  18/02 5ª Feira 17hs30 Maringá Av. Bento Munhoz da Rocha Neto, nº 896. – SEDE COPEL

PAUTA PARA DISCUSSÃO NAS ASSEMBLÉIAS

Edital resumido para as Assembleias Gerais Extraordinárias Unificadas com todos os empregados da COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL, representados pelos Sindicatos: SINDEL; STIECP; SINEL; SINDELPAR; SINDENEL; SIEMCEL;; SINTESPAR; SINTEC-PR; SINDESPAR; SENGE-PR; SINEFI; SINDASP; SINAP; SINSEPAR; e STEEM para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

Item 01

Discussão e deliberação da proposta da COPEL para o Acordo Coletivo de Participação nos Lucros e/ou Resultados – AC/PLR –2015 pagamento em 2016;

Item 02

Outros assuntos de interesse da categoria

CONVOCAÇÃO ASSEMBLÉIAS GERAIS EXTRAORDINÁRIAS PLR 205/2016 – STEEM

EDITAL RESUMIDO DE PLR

AVALIAÇÃO E DELIBERAÇÃO SOBRE A PROPOSTA DA COPEL

PARA O AC-PLR – 2015 / 2016

 

DIA               HORAS                CIDADE                                 ENDEREÇO 

15/02 2ª Feira 18hs00 Cianorte Sindicato da Alimentação, sito a Av. Espírito Santo, nº 660.
 15/02 2ª Feira 18hs00 Campo Mourão Rua São José, nº. 70 – Copel Clube de Campo Mourão.
16/02 3ª Feira 18hs00 Umuarama Rua José Dias Lopes, nº – CERU.
19/02 6ª Feira 18hs00 Paranavaí Avenida Gabriel Esperidião, s/ nº.
  23/02 3ª Feira 18hs00 Maringá Rua Caxambu, nº 388 – ARCOM.

PAUTA PARA DISCUSSÃO NAS ASSEMBLÉIAS

Edital resumido para as Assembleias Gerais Extraordinárias Unificadas com todos os empregados da COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA – COPEL, representados pelos Sindicatos: SINDEL; STIECP; SINEL; SINDELPAR; SINDENEL; SIEMCEL;; SINTESPAR; SINTEC-PR; SINDESPAR; SENGE-PR; SINEFI; SINDASP; SINAP; SINSEPAR; e STEEM para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:

Item 01

Discussão e deliberação da proposta da COPEL para o Acordo Coletivo de Participação nos Lucros e/ou Resultados – AC/PLR –2015 pagamento em 2016;

Item 02

Outros assuntos de interesse da categoria