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SINDICATOS ENFATIZAM DEFESA DO BEM-ESTAR DOS TRABALHADORES, NO SEGUNDO DIA DE NEGOCIAÇÕES

Publicado em 12 de setembro de 2018por coletivocopel

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Nas duas primeiras fotos, visão panorâmica da mesa de negociações

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No detalhe, os representantes da Copel  na negociação

As negociações do ACT 18/19 entre os sindicatos e a Copel continuaram nesta quarta-feira, 12/09, ocupando toda manhã e também o período da tarde. Elas passaram por vários temas da Pauta Unificada de Reivindicações dos Copelianos, mas não adentraram ainda as questões salariais e remuneratórias.

Com a nova realidade criada pela reforma trabalhista, onde não há mais o direito à ultratividade. Direitos anteriormente conquistados não ficam garantidos, a não ser que isto esteja registrado em Acordos Coletivos. Uma das preocupações dos sindicatos é garanti-los. Por isso, 24 itens da pauta de reivindicações visam registrar essa garantia.

Nas negociações, há concordância da Copel em manter sem alterações as seguintes conquistas, como estão previstas: abrangência anual do Acordo Coletivo; descontos específicos no salário do empregado; descontos diversos em favor dos Sindicatos; data de pagamento de salário; garantia do valor líquido mensal nos salários; antecipação do décimo terceiro salário; remuneração das horas extraordinárias; pagamento de adicional noturno; pagamento de insalubridade; pagamento de adicional de penosidade; assistência jurídica ao empregado em situações de serviço; condições de redução de jornada e salário; garantias de manutenção do quadro funcional; jornada semanal legal; compensação do expediente mediante folga; sistema de registro de ponto; adiantamento de férias; licença nojo; condições de ampliação das licenças maternidade e paternidade; licença para trabalhadoras vítimas de violência doméstica; as reuniões quadrimestrais de negociação das condições de trabalho, saúde e segurança e a manutenção do patrocínio da Copel à Fundação Copel.

A Copel já sinalizou que não concorda com algumas das cláusulas da pauta que reivindicam novos direitos: a garantia de emprego contra demissões sem justa causa; o piso salarial mínimo para os engenheiros; a eleição pelos empregados de cargos de direção da Fundação Copel; a alteração do intervalo de almoço e a inclusão de pais como dependentes no plano de saúde.

COMPENSAÇÃO E TRANSFERÊNCIAS, OS PONTOS MAIS DISCUTIDOS

Um dos pontos mais debatidos na negociação até agora está relacionada à mobilidade e transferência de pessoal, o que tem se tornado preocupante atualmente para os copelianos, com a centralização de operações em Curitiba.

A Copel não concorda com a Cláusula 41 da Pauta de Reivindicações, que pretende que a movimentação funcional só aconteça com anuência dos empregados e dos sindicatos, e sugere que a cláusula seja extinta do Acordo. Os sindicatos defendem que a Cláusula atualmente existente no Acordo seja mantida. A Copel concordou em mantê-la com modificações.

A Copel coloca a centralização de operações na Capital como uma necessidade premente de contenção de custos e ajuste a novas tecnologias disponíveis para o setor, o que gera essas exigências da parte dos órgãos reguladores das concessões.

Os sindicatos cobram da empresa que os empregados sejam ouvidos e que se busque evitar que suas vidas sejam desestruturadas pelas transferências. Os representantes da Copel fizeram longa explanações sobre os critérios e formas desses procedimentos, no sentido de considerar critérios que evitem esses transtornos, tanto quanto possível.

O outro ponto dos mais discutidos até agora nas negociações é a reivindicação de Compensação de horas extraordinárias e sobreaviso, prevista na Cláusula 16 da Pauta de Reivindicações. A Copel quer retirar a possibilidade do empregado compensar horas e pretende pagar as horas extras realizadas. A empresa alega necessidade de diminuir passivos trabalhistas, muitos deles relacionados a questão de horas extras.

Os Sindicatos não concordam com a empresa. Consideram que não é o direito a compensação que gera ações trabalhistas, mas o tratamento dado pela empresa ao assunto. Argumentaram na reunião que é possível fazer adequações e garantir o direito, principalmente agora que os acordos coletivos têm força de lei.

Com a argumentação dos sindicatos, a empresa se mostra disposta a discutir uma forma de regulamentar o assunto, com a possibilidade de compensação. Essa questão será retomada na negociação.

Uma preocupação grande dos sindicatos, que se manifesta tanto nesse ponto como em questão de escalas de sobreaviso, é a sobrecarga de trabalho de empregados, em especial eletricistas. Na prática, a sobrecarga vem tirando do trabalhador o direito ao descanso, ao lazer e a convivência familiar. Os sindicatos vão insistir para garantir  a compensação.

As negociações continuarão nesta quinta-feira, desde a manhã. Ao final do dia de reuniões, informaremos as novidades. Os sindicatos lembram aos copelianos que por enquanto não há proposta finalizada e fechada. Os assuntos estão em debate.

 

COMEÇARAM AS NEGOCIAÇÕES DO ACT 18/19

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publi 1publi 2publi 3Olá copelianos e copelianas

O primeiro dia de reuniões em torno do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 18/19, ontem, 11/09, começou com a presença dois diretores da Copel na mesa de negociações, a Diretora Ana Letícia Feller, da DGE e Adriano Rudek de Moura, da DFI.

O Diretor Rudek de Moura demonstrou confiança no trabalho de gestão em andamento na Copel e apontou um quadro financeiro favorável, que já está 23% melhor que no ano passado em termos de lucros, no período decorrido até agora, comparado ao mesmo período de 2017. A entrega e operação de obras que estavam em andamento, segundo ele, aponta um novo patamar de lucratividade.

Os sindicatos colocaram duas expectativas como norteadoras para as negociações: a primeira é a manutenção de direitos já conquistados e a segunda que os copelianos sejam reconhecidos por um desempenho acima da média nas metas e atividades desenvolvidas, na forma de benefícios e ajuste salarial.

As discussões do primeiro dia de reunião correu em torno de itens administrativos da pauta de reivindicações e esclarecimentos sobre os vários pontos reivindicados. Nenhum ponto de reivindicação foi dado como fechado.

A Copel apresentou posição por exclusão da compensação de horas extras, alegando estar havendo aumento de ações e passivo trabalhista em torno do assunto. Os sindicatos consideram que passivos trabalhistas são evitados respeitando os direitos dos empregados. São contrários a qualquer supressão de direitos. O assunto continuará em debate.

As discussões serão retomadas hoje, ainda passando pelos vários pontos da pauta de reivindicações, sem necessariamente dar os pontos por encerrados.

SINDICATOS COBRARAM COPEL SOBRE TRANSFERÊNCIAS NA OPERAÇÃO

Os sindicatos cobraram os representantes da Copel sobre as transferências em função da centralização de operações na Capital e atenção aos empregados cuja vida familiar seja afetada pelas novas medidas.

Os representantes da Copel expuseram a medida de centralização de operações como parte importante da adequação da empresa ao novo modelo de negócios do setor elétrico e a novos padrões tecnológicos, baseados na redução de custos com pessoal.

Para os sindicatos, é importante garantir aos empregados direitos de adequação de atividades, de modo que suas vidas não sejam desestruturadas. O assunto continua em debate.

Informaremos as novidades.

MAIORIA DOS COPELIANOS DECIDE PELO FECHAMENTO DO ACORDO

MAIORIA DOS COPELIANOS DECIDE PELO FECHAMENTO DO ACORDO

deu simTerminou agora, às 11:49 horas, a apuração dos resultados da segunda rodada de assembleias que avaliaram a proposta da Copel. A maioria dos copelianos votou SIM, decidindo pelo fechamento do ACT 17/18.

 

OS RESULTADOS SÃO OS SEGUINTES:

– SIM: 3085 votos

– NÃO: 835 votos

– Brancos: 14 votos

– Nulos: 11 votos

– Abstenções: 10

Os resultados serão agora oficialmente comunicados à empresa, para os encaminhamentos de formalização e assinatura do Acordo Coletivo, bem como para os procedimentos de pagamento dos salários e benefícios, nos termos negociados.

No próximo dia 25 já será feito o pagamento, com a parcela prevista do abono e o reajuste nos salários e nos benefícios, conforme a proposta negociada, com as diferenças relativas a outubro.

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A apuração foi transmitida e acompanhada ao vivo pelos copelianos

Na avaliação dos sindicatos a proposta ficou aquém do desejado, mas houve avanços significativos no correr das negociações, chegando ao que pode ser considerado o melhor acordo entre as empresas do setor, considerando-se os salários e demais benefícios.

A grande força que levou ao avanço da proposta nas negociações foi a insatisfação que os copelianos souberam demonstrar, fortalecendo os argumentos e a atuação dos sindicatos nas reuniões.

Vamos fechar o ACT 17/18 e já nos preparar para as lutas que virão, pois a situação no país e na própria Copel sinalizam para tempos difíceis, de constante perigo para os direitos conquistados.

Informaremos as novidades.

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ACORDO SERÁ NEGOCIADO COM A COPEL SOB PRESSÃO DE INTERESSES PODEROSOS

charge 5Não está fácil o ambiente da negociação do Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 17/18. O blog COLETIVO alerta para interesses que estão pressionando o ambiente e a gestão da empresa, exigindo a atenção dos copelianos e copelianas.

O CONTROLE DO GOVERNO ESTADUAL

Desde 2016, as negociações de acordos coletivos e de PLR no Paraná precisam passar pelo crivo do CCEE – Conselho de Controle das Empresas Estaduais, instituído pela vontade do governador Beto Richa, através da Lei 18875, de setembro/2016. Esse Comitê tem como atribuição estabelecer diretrizes e controlar as atividades e o desempenho das empresas públicas e de economia mista do Paraná. Na prática, o que o CCEE vem fazendo é forçar as empresas a limitarem gastos com pessoal.

Outro risco é a sanha de Beto Richa em fazer caixa às custas da Copel. Já comprometeu investimentos previstos na empresa ao ampliar de 25% para 50% a distribuição dos lucros de 2016 para acionistas, porque quis fazer caixa para o governo.

A isso se soma que, em 2016, o governo paranaense deixou de pagar R$ 250 milhões em parcelas que deve para a Copel, referentes uma dívida de R$ 1,4 bilhão, com vencimento em 2025. Esses dados foram apurados e revelados pelo deputado Tadeu Veneri (PT). Como resultado dessa falta de pagamento, a Copel, pela primeira vez, cortou o repasse de dividendos de lucro ao governo estadual, correspondente a R$ 83,7 milhões, dos lucros de 2016.

Ainda vindo do governo estadual, há o risco, especulado na imprensa no início de junho deste ano, de que o governo promova nova oferta de ações da Copel no mercado, o que pode comprometer o controle acionário e jogar a Copel nas mãos da iniciativa privada.

O PODER E OS INTERESSES DA ANEEL

Por fim, há também as ameaças vindas da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, de não renovar a concessão da Copel DIS, caso não se diminua seus custos. A ameaça é real e tem sido reforçada pelos representantes da Copel aos sindicatos, em seguidas reuniões onde se discute as metas da PLR. Tanto que a posição da Copel tem puxado a corda para melhorar metas ligadas à distribuição.

Para os sindicatos do COLETIVO CSEC, é uma situação um tanto contraditória que a Copel, sendo eleita a melhor distribuidora de energia do país pela sexta vez nos sete últimos anos pelo prêmio Abradee, esteja correndo riscos de perder sua concessão. Esse prêmio representa a qualidade percebida em quesitos como fornecimento de energia e atendimento ao consumidor.

A única coisa que explica o risco vivido pela Copel DIS é que a ANEEL, guiada por critérios de mercado, olha para gastos com empregados como defeito e não como fator de qualidade. Com uma orientação empresarial, esse órgão regulador não quer perceber que se a empresa jogar para baixo o tratamento ao quadro de empregados, vai estar esvaziando o próprio espírito empreendedor que move sua qualidade.

RISCOS A UMA NEGOCIAÇÃO VERDADEIRA

somar por elaEm comum, tanto os interesses do governo estadual quanto os da ANEEL atuam contra uma negociação livre e verdadeira entre os sindicatos e a empresa. Ao falar em diminuir custos com pessoal, tanto a CCEE quanto a ANEEL olham friamente para os números, sem perceber que a Copel só é o que é pelo empenho e compromisso de seus trabalhadores, ao longo de muitas décadas.

Nossa luta no ACT 17/18 é por uma negociação de verdade, onde a Copel e seus trabalhadores não sejam tratados como brinquedos de governantes de ocasião e de interesses de mercado.

ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

esclarOlá copelianos

Durante o dia de hoje, quinta, 24/11, um item da minuta do Acordo coletivo da PLT, o parágrafo 3º da Clausula 1ª, levantou dúvidas entre os copelianos e os sindicatos sobre seu significado.

O parágrafo diz o seguinte:

O empregado somente fará jus à participação convencionada com a empresa à qual está vinculado por meio de contrato de trabalho, independentemente de sua lotação, vedada qualquer participação nos lucros e resultados de mais de uma empresa estatal, pertencente ou não ao mesmo grupo ou conglomerado”.

Os sindicatos solicitaram a Copel esclarecimentos quanto ao sentido da redação do item e a empresa explicou que ele foi inserido por solicitação do Comitê de Controle das Empresas Estatais – CCEE, visando deixar claro que o empregado de empresa estatal somente pode receber a PLR relativa a uma empresa estatal, evitando-se que empregados cedidos ou requisitados em outra empresa que não aquela que o emprega recebam PLR em duplicidade.

Com esse esclarecimento, fica claro que o item não representa qualquer risco ao direito do copeliano à PLR. Existe item semelhante nos acordos de PLR da Itaipu, por exemplo. A Copel assumiu o compromisso de esclarecer o assunto aos trabalhadores, através das gerências. Os sindicatos consideram importante que as dúvidas sejam prontamente resolvidas e também farão esse esclarecimento, nos informativos e nas assembleias de avaliação da PLR, em andamento.

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

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Os representantes do COLETIVO CSEC e da Copel, no protocolo da Pauta Unificada de Reivindicações

Os sindicatos do COLETIVO CSEC protocolaram perante a Copel a Pauta de Reivindicações Unificada dos copelianos de suas bases de representação. A pauta foi entregue no dia 28 de julho, em reunião com essa finalidade, onde estiveram os representantes dos sindicatos que compõem o coletivo e, pela Copel, o Diretor de Gestão Empresarial, Gilberto Mendes Fernandes, acompanhado de Luiz Carlos Cavanha Junior e Ana Letícia Feller, do RH e da comissão negociadora da empresa.

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Sindicalistas e representantes da Copel conversam sobre as expectativas e cronograma para as negociações

Além de entregar a pauta, os sindicatos sugerem, em ofício, que as negociações visando o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17 se iniciem na semana de 12 a 16 de setembro. Até lá, a Copel irá analisar as reivindicações dos trabalhadores e preparar sua proposta para o ACT.

A pauta dos copelianos representados pelo COLETIVO CSEC contém 39 reivindicações, agrupadas em três blocos. No bloco inicial estão as

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A pauta é formalmente recebida pela Copel, que agora irá analisá-la.

reivindicações que são inerentes ao Acordo Coletivo, como a manutenção de conquistas anteriores, reuniões periódicas de avaliação, garantia de emprego e outras. No segundo bloco estão os itens econômicos, como reajuste salarial e reajustes nos demais benefícios que formam a remuneração. No terceiro bloco estão os itens administrativos, como licença maternidade e paternidade, jornada de trabalho e questões de saúde e segurança, entre outros.

Para os sindicatos do COLETIVO CSEC, o período de agora até o início das reuniões de negociação será de mobilização e organização dos copelianos para lutar por suas reivindicações. Os sindicatos têm convicção de que, quanto mais ativa e atenta estiver a categoria, mais fortes estarão os sindicatos na mesa de negociações.

A pauta de reivindicações entregue para a Copel está disponível na íntegra no link abaixo. Confira:

Pauta Unificada ACT 2016-2017

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

LOGO CAMPANHA 2Olá copelianos

 Os sindicatos do COLETIVO CSEC já deram a largada da campanha de mobilização e luta pelo Acordo Coletivo 2016/17. O COLETIVO CSEC é formado pelos sindicatos Senge-Pr (engenheiros), Steem (eletricitários de Maringá e região), Sindel (eletricitários de Londrina e região), Sinefi (eletricitários de Foz do Iguaçu), Sinel (eletricitários Ponta Grossa), Siemcel (eletricitários de Cascavel)  e Stiecp (eletricitários de Cornélio Procópio e região).

 O compromisso do COLETIVO CSEC é lutar pelos eletricitários, com firmeza, respeito, informação e transparência. Para que todos estejam bem informados sobre o que é um Acordo Coletivo, dedicamos essa matéria ao tema.

 O direito aos Acordos Coletivos de Trabalho é garantido no artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal, para os trabalhadores urbanos e rurais.

O Acordo estipula direitos e condições de trabalho no âmbito da empresa (ou empresas) acordantes e seus empregados. Cabe aos sindicatos representativos das categorias profissionais de trabalhadores, conforme previsto no artigo 611, parágrafo 1º da CLT, a celebração os acordos coletivos de trabalho com a empresa (ou empresas).

O QUE É DATA-BASE?

A data-base de uma categoria de trabalhadores é a época do ano em que ocorre a negociação e revisão das condições salariais e demais condições de trabalho que serão fixadas nos Acordos Coletivos.

Nessa ocasião, os trabalhadores, organizados em seus sindicatos, vão apresentar à empresa (ou empresas) empregadoras, sua pauta de reivindicações de condições salariais, direitos e benefícios, que querem transformar em normas de contrato coletivo de trabalho, ou seja, em direitos comuns dos trabalhadores da empresa.

No âmbito da Copel, a data-base é outubro. As assembleias estão acontecendo agora para aprovar a pauta de reivindicações. A empresa terá um tempo para analisá-la e depois iniciam-se as negociações.

O QUE SÃO AS ASSEMBLEIAS QUE DECIDEM SOBRE O ACORDO COLETIVO?

As assembleias gerais que decidem sobre o acordo coletivo de trabalho são momentos democráticos, onde os trabalhadores, coletivamente, aprovam as reivindicações que apresentarão para a empresa para negociar salários, direitos e benefícios. Essas assembleias estão previstas no artigo 612 da CLT.

Primeiro acontecem as assembleias que formam a pauta de reivindicações. A pauta deve ser definida coletivamente pelos trabalhadores, em assembleias sindicais, para ser apresentada a empresa e negociada entre ela e os sindicatos na data-base, buscando chegar ao Acordo Coletivo.

Depois ocorrem as assembleias que avaliam e decidem diante das propostas apresentadas pela empresa (ou empresas). Sindicatos verdadeiramente comprometidos com os trabalhadores, como os do COLETIVO CESEC, fazem questão de convocá-los, informá-los e ouvi-los nesses momentos fundamentais de decisão.

O QUE É DISSÍDIO COLETIVO?

Em caso de não haver acordo entre os trabalhadores e a empresa (ou empresas) nas negociações previstas para a celebração de Acordos Coletivos, poderá haver ajuizamento de ação de Dissídio Coletivo, buscando que a justiça trabalhista defina uma posição diante do conflito. Do lado dos trabalhadores, quem pode ajuizar ação de dissídio coletivo são as entidades sindicais que os representam, ou órgão competente do Ministério do Trabalho.

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

Olá copelianoslogo-campanha-3

Os sindicatos do COLETIVO CESEC, Senge-Pr (engenheiros), Steem (Maringá), Sindel (Londrina), Sinefi (Foz do Iguaçu), Sinel (Ponta Grossa), Siemcel (Cascavel)  e Stiecp (Cornélio Procópio), estão atuando a pleno vapor para conseguirmos um bom Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17, nas negociações com a Copel.

Nos dias 26 e 27/07, os sindicatos se reúnem em Curitiba para unificar as pautas aprovadas nas assembleias de cada entidade sindical. Dia 28, protocolam a pauta unificada na Copel.

As ações estão planejadas de modo que tudo aconteça com boa organização e informações disponíveis aos trabalhadores, constantemente. O compromisso do COLETIVO CESEC é lutar pelos eletricitários com firmeza, respeito às suas prioridades e transparência.