NEGOCIAÇÃO ONTEM DISCUTIU CENÁRIO DA EMPRESA E REIVINDICAÇÕES ADMINISTRATIVAS

NEGOCIAÇÃO ONTEM DISCUTIU CENÁRIO DA EMPRESA E REIVINDICAÇÕES ADMINISTRATIVAS

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Diretores comentam o cenário vivido pela empresa

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Sindicatos argumentaram que o trabalhador é investimento

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Fabiano Camargo, do DIEESE, argumenta que realidade da Copel permite uma boa negociação

A negociação do Acordo Coletivo – ACT 17/18, ontem, 19/09, passou pela discussão em torno do cenário vivido pela empresa e pelas expectativas dos trabalhadores copelianos nessa negociação.

Representando a Copel estiveram presentes o Diretor de Finanças e Relações com Investidores, Adriano Rudek de Moura, e o Diretor de Gestão Empresarial, Gilberto Mendes Fernandes, mais os integrantes da Comissão de Negociação.

O Diretor de Finanças fez a apresentação do cenário econômico, financeiro e de gestão vivido pela Copel. Para ele, diante de uma situação econômica difícil, que impacta nos investimentos, a situação da Copel é de recuperação.

Rudek expôs as linhas do plano de ação que está sendo desenvolvida na Copel, focado em diminuir custos e recuperar caixa. Segundo ele, a Copel tem 81 ações nesse sentido em andamento, tratadas como prioridade.

Segundo o Diretor, os desafios da Copel consideram as expectativas do mercado e dos acionistas, buscando ressaltar a capacidade da empresa. A estratégia é mostrar as ações de diminuição de custos e o retorno previsto dos investimentos que estão agora se concretizando. Ele defendeu uma disciplina financeira rígida na definição de investimentos novos.

Pelo lado dos sindicatos, Fabiano Camargo, economista do DIEESE – Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos, lembrou que se houve situações que prejudicaram o caixa da empresa, também houve compensações e a perspectiva em futuro próximo é de retorno dos investimentos que foram feitos. O cenário, para o economista, não impede uma negociação benéfica aos trabalhadores, já que o patamar de lucratividade da Copel nos anos recentes é bom e mostra estabilidade.

Os dirigentes sindicais argumentaram para os diretores da Copel que no passado recente, quando houve diminuição dos direitos e desvalorização da negociação com os sindicatos, isso afetou a expectativa dos empregados, negativamente. Para os sindicatos, a negociação precisa considerar os empregados como investimento, não como custo.

Após a discussão de cenários a negociação entrou nos pontos da pauta de reivindicações unificada apresentada pelos sindicatos, começando pelas cláusulas administrativas. Esses pontos continuam a ser discutidos hoje. Também está previsto para hoje a discussão dos pontos de natureza salarial e remuneratória.

Informaremos as novidades.

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