Pesquisa do Coletivo Sindical – CSEC : “O TRABALHO DO ELETRICITÁRIO”

Pesquisa do Coletivo Sindical – CSEC : “O TRABALHO DO ELETRICITÁRIO” – Por favor responda com toda sinceridade, não é preciso se identificar.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeJV0iqvREYfg6ExOz94_LHOXD0HTXMg2EjLXDXUdBTneuvzQ/viewform?c=0&w=1

Pessoal acessem a pesquisa dos Eletricitários acima pelo link e além de responderem, sobretudo enviem o link e insistam para os companheiros de trabalho responderem.

Será muito importante para o trabalho dos Sindicatos

NEGOCIAÇÃO AVANÇOU, MAS AINDA NÃO FECHOU PROPOSTA PARA A PLR 2017

NEGOCIAÇÃO AVANÇOU, MAS AINDA NÃO FECHOU PROPOSTA PARA A PLR 2017

plr-1Nesta última quarta-feira, 22 de fevereiro, os sindicatos e a Copel se reuniram novamente para a negociação do Acordo da PLR 2017/2018.

Um dos assuntos encaminhados pelas entidades sindicais na reunião anterior, realizada dia 07/02, era da possibilidade de se fazer um acordo de PLR para dois anos, sendo que a cada ano somente seriam revisadas plr-3metas, com base nos indicadores do planejamento estratégico da Companhia para cada período. A Empresa havia demonstrado interesse nessa possibilidade, contudo o CCEE (Conselho de Controle das Empresas Estaduais) recusou a formalização de acordo nesse sentido.

Na reunião, a empresa fez uma apresentação inicial de parâmetros para as metas e cenários que apontam possibilidades de serem cumpridas. Os sindicatos, por seu lado, elencaram como preocupações:

– prever metas estimulantes e possíveis de serem alcançadas;

– prever a possibilidade de ganhos maiores se houver superação das metas;

– segurança de recebimento da PLR na proporção do que for cumprido;

– montante justo e compatível com o compromisso que os copelianos têm com a empresa.

Após essas discussões, empresa e sindicatos chegaram a alguns consensos sobre a PLR:

1 – Manter o acordo vigente da PLR 2016/2017, que garante a utilização de duas fórmulas de apuração do montante a ser distribuído à título de PLR, sempre observando a aplicação da fórmula que seja mais benéfica aos trabalhadores;

2 – Que as novas metas para o acordo 2017/2018, obedecerão aos indicadores aprovados pelo CAD, que serão apresentados no Planejamento Estratégico da Empresa no início de março;

3 – Inclusão de duas cláusulas de garantia, caso uma ou mais metas, porventura não venham a ser cumpridas integralmente, desde que justificadas pela empresa e aceitas pelo CAD.

Uma nova reunião ficou prevista para acontecer entre 13 a 17 de março, onde serão analisadas as metas, já tendo em mãos dados atualizados de balanço. Nesta ocasião também será feita a negociação quadrimestral prevista no Acordo Coletivo de Trabalho, envolvendo outros temas.

A proposta que está sendo negociada para a PLR entre os sindicatos e a Copel será posteriormente enviada para análise do CCEE. Só depois será oficializada. A empresa se comprometeu em agilizar a apresentação dos pontos negociados ao CCEE, de modo que a proposta possa ser apreciada no Conselho, para ser depois oficialmente submetida a avaliação dos copelianos, em assembleias sindicais.

Informaremos todas as novidades sobre a PLR.

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: VERDADE DOS NÚMEROS SE SOBREPÕE AOS ARGUMENTOS DE TEMER

REFORMA DA PREVIDÊNCIA: VERDADE DOS NÚMEROS SE SOBREPÕE AOS ARGUMENTOS DE TEMER

hora-verdadeMichel Temer quer fazer uma reforma da previdência que vai elevar a idade mínima da aposentadoria de homens e mulheres para 65 anos. O tempo mínimo de contribuição irá de 15 para 25 anos. Para ter aposentadoria integral, o trabalhador terá que trabalhar 49 anos. Para se aposentar com o integral, aos 65 anos, o trabalhador terá que começar a trabalhar aos 16. O trabalhador rural e os trabalhadores de menor renda vão ter enormes dificuldades em comprovar contribuição, porque trabalham na informalidade boa parte do tempo.

Para forçar a aprovação dessas regras, Temer usa um argumento básico: há um grande déficit nas contas da previdência. As receitas não cobrem as despesas. Mas o argumento é falso, porque é tendencioso.

Para dizer que existe déficit o governo calcula apenas as receitas com a contribuição previdenciária e as despesas com os benefícios previdenciários.

Ocorre que a Constituição Federal prevê, no artigo 195, a Previdência como parte do sistema de seguridade social, onde estão previstas outras fontes de receita e também outras despesas. Se todas as receitas e todas as despesas forem consideradas, não existe déficit. O saldo é positivo.

Os dados podem ser conferidos no quadro abaixo, elaborado pela ANFIP – Associação Nacional dos Auditores da Receita Federal, com base em dados oficiais do Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal – SIAF, do ano de 2015.

Confira e ajude a divulgar a verdade em torno da Reforma da Previdência:

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NEGOCIAÇÃO DA PLR 17/18 MARCADA PELA PREOCUPAÇÃO EM GARANTIR OS CRITÉRIOS

NEGOCIAÇÃO DA PLR 17/18 MARCADA PELA PREOCUPAÇÃO EM GARANTIR OS CRITÉRIOS

plr-1Na tarde desta terça-feira, 07/02, os sindicatos e a Copel tiveram a primeira reunião de negociação em torno da PLR 17/18. Foram discutidos os critérios para as metas e para o montante relacionados à PLR.

Na negociação, os sindicatos e a empresa mostraram entendimento comum por manter os critérios que fizeram parte da negociação da PLR no ano passado.

Em relação ao modo de definir o montante de recursos para a PLR, existem duas alternativas que estão em pauta na negociação:

1- Pagamento com base em média do valor pago nos últimos anos. Nessa lógica, os empregados ficam mais garantidos.

2- Alternativamente, o montante poderia ser definido com base no percentual a ser pago aos acionistas, o que leva a uma dependência dessa decisão.

Os primeiros entendimentos alcançados na negociação vão no sentido lidar com critérios já submetidos ao CCEE – Comitê de Controle das Empresas Estatais (órgão criado pelo governador para controlar as negociações). Assim se protege a negociação da PLR de riscos de retrocesso.

Está em discussão a possibilidade de aprovar agora os critérios para a PLR para os próximos dois anos, ou seja, tanto para 2017 quanto para 2018. Dessa forma, as possíveis mudanças políticas não colocariam em risco os critérios amadurecidos nas negociações.

Os sindicatos veem com simpatia a manutenção dos critérios construídos em 2016. Também acham interessante negociá-los para os próximos dois anos. Porém, consideram importante conhecer melhor os cenários e expectativas de finanças e de produtividade da empresa para o período.

Uma nova reunião de negociação da PLR ficou, então, agendada para 22 de fevereiro, no período da tarde, onde a Copel apresentará esses indicadores para análise.

Manteremos todos informados.

criterios

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ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

ESCLARECIMENTO SOBRE A PLR

esclarOlá copelianos

Durante o dia de hoje, quinta, 24/11, um item da minuta do Acordo coletivo da PLT, o parágrafo 3º da Clausula 1ª, levantou dúvidas entre os copelianos e os sindicatos sobre seu significado.

O parágrafo diz o seguinte:

O empregado somente fará jus à participação convencionada com a empresa à qual está vinculado por meio de contrato de trabalho, independentemente de sua lotação, vedada qualquer participação nos lucros e resultados de mais de uma empresa estatal, pertencente ou não ao mesmo grupo ou conglomerado”.

Os sindicatos solicitaram a Copel esclarecimentos quanto ao sentido da redação do item e a empresa explicou que ele foi inserido por solicitação do Comitê de Controle das Empresas Estatais – CCEE, visando deixar claro que o empregado de empresa estatal somente pode receber a PLR relativa a uma empresa estatal, evitando-se que empregados cedidos ou requisitados em outra empresa que não aquela que o emprega recebam PLR em duplicidade.

Com esse esclarecimento, fica claro que o item não representa qualquer risco ao direito do copeliano à PLR. Existe item semelhante nos acordos de PLR da Itaipu, por exemplo. A Copel assumiu o compromisso de esclarecer o assunto aos trabalhadores, através das gerências. Os sindicatos consideram importante que as dúvidas sejam prontamente resolvidas e também farão esse esclarecimento, nos informativos e nas assembleias de avaliação da PLR, em andamento.

PEC PENALIZA ASSALARIADOS E POUPA AFORTUNADOS

PEC PENALIZA ASSALARIADOS E POUPA AFORTUNADOS

pec-55Com a Proposta de Emenda Constitucional – PEC 55, em tramitação no Senado, o governo de Michel Temer alega querer controlar os gastos públicos e propõe que as despesas da União só possam crescer de um ano para outro com base na inflação do ano anterior, medida pelo IPCA, por um período de 20 anos.

Uma parcela grande de economistas, o movimento sindical e diversos movimentos sociais criticam a PEC porque ela não ataca a injustiça fiscal no Brasil, que já favorece os mais ricos, e pretende passar também a conta do chamado “ajuste fiscal” para os mais pobres, ao estagnar os investimentos públicos em saúde, educação, salário mínimo e previdência social.

Segundo Grazielle David, assessora política do Instituto de Estudos Socioeconômicos –  Inesc, em artigo na revista Carta Capital, o governo Temer foca o ajuste fiscal na redução de despesas ao invés de focar na ampliação de receitas e erra com isso, pois nos últimos anos o que tem abalado as contas públicas tem sido a redução das receitas.

Grandes empresários e movimentadores financeiros, aponta Grazielle, praticam amplamente tanto a elisão fiscal quanto a sonegação. Elisão fiscal são as brechas na lei para reduzir ou evitar pagar tributos. E a sonegação, ilegal, é a burla e descumprimento das legislações tributárias. Um estudo do Sinprofaz – Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda, indica que em 2015 a sonegação fiscal média no Brasil ficou em 23,2% da arrecadação, o que equivaleu a 453 bilhões de reais ou 7,7% do PIB brasileiro.

Vale lembrar que sonegação fiscal é corrupção, embora o empresariado e a grande mídia queiram justificá-la dizendo que a carga tributária brasileira é alta demais. Ocorre que a carga tributária é acima de tudo mal distribuída. Ela pesa mais sobre os assalariados e a classe média e poupa grandes fortunas e grandes movimentações financeiras. Mas quem diz que o governo Michel Temer quer mexer nesse vespeiro?

 

INFORMAÇÕES SOBRE A TRAMITAÇÃO DA PEC 55

– A previsão é que a PEC 55 tenha sua primeira votação no Senado Federal dia 29 de novembro;

– Para aprovação definitiva há duas votações. A segunda está agendada para 13 de dezembro;

– Para aprovação de uma emenda constitucional no Senado é necessário o voto de uma maioria absoluta de pelo menos 49 senadores, nas duas votações previstas;

– Se houver alterações na proposta, que já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, ela terá que ser novamente apreciada e votada ali.

Pela PEC 55, senadores governistas esquecem a Constituição

delet-constA Proposta de Emenda Constitucional – PEC 55 tem sua primeira votação no senado prevista para o dia 29 de novembro e a segunda votação para 13 de dezembro. Na Câmara dos Deputados, a PEC tramitou como PEC 241 e foi aprovada. Para ser aprovada no Senado, é preciso o voto de pelo menos 49 senadores nas duas votações previstas.

Mas os senadores governistas parecem dispostos a esquecer da própria constituição para aprová-la. Na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, o relatório do senador governista Eunício Oliveira foi aprovado por 19 votos a favor, tendo 7 votos contrários, dia 9 de novembro. Eunício Oliveira disse, na ocasião, não ver “qualquer violação” constitucional na PEC.

O voto dos governistas fez de conta que nem existia um estudo da Consultoria Legislativa do Senado, de 48 páginas, apontando que a PEC fere as chamadas “cláusulas pétreas” da Constituição, consideradas invioláveis, que não poderiam ser mudadas por emendas constitucionais. Entre as cláusulas pétreas está o princípio de vedação ao retrocesso social. Caso os investimentos na elevação do valor do salário mínimo, na saúde e na educação fiquem reajustados apenas pela inflação, enquanto a demanda social cresce muito além, o retrocesso social estará configurado, aponta o estudo.

CENÁRIO ECONÔMICO DA COPEL FOI TEMA DE DEBATE NA TARDE DE NEGOCIAÇÃO

CENÁRIO ECONÔMICO DA COPEL FOI TEMA DE DEBATE NA TARDE DE NEGOCIAÇÃO

O início da tarde de negociações desse dia 21/09 entre os sindicatos e a empresa foi marcado por um debate de cenário da situação econômica e financeira envolvendo a Copel e as empresas do setor elétrico, antecedendo a apresentação da proposta salarial pela empresa, que deve acontecer amanhã.

A exposição da Copel foi feita por Adriano Fedalto, responsável pela contabilidade da holding, que abordou o ambiente de negócios em torno da geração, da transmissão e da distribuição, além do universo da Copel Telecom.

O ano de 2016 foi diferente em termos de negócios de geração, com uma retração, onde em 2015 houve faturamento de R$ 2 bilhões com negócios de geração e neste ano não houve faturamento positivo. Há oferta abundante de energia e as termelétricas estão paradas, comentou Adriano Fedalto. O desafio, segundo ele, é buscar ampliar a venda de energia no mercado livre.

Em termos de transmissão, houve a contabilização positiva de R$ 1,355 bilhão (R$ 977,8 milhões na Receita Operacional Líquida e R$ 645,3 milhões no Lucro Líquido), em função da contabilização de recebíveis referentes a indenização pelos ativos de transmissão da Rede Básica de Sistema Existente – RBS, anteriores a maio de 2010. A entrada de receitas relativa a essa contabilização, entretanto é lenta e virá apenas nos próximos anos, alertou o analista da Copel.

Há expectativa de entrada de receitas vindas de geradoras que estavam em construção, consumindo recursos e agora estão entrando em funcionamento, como é o caso das SPE’s de Matrinxã e Guaraciaba, mas essa arrecadação é ainda para o futuro do caixa da empresa.

Em termos de distribuição, houve a renovação dos contratos de concessão da Copel, o que é positivo. No entanto, esse segmento da Copel registrou prejuízo de R$ 100 milhões no primeiro semestre, com queda de receitas. As entradas compensatórias virão no segundo semestre de 2016.

A Copel Telecom, por sua vez, tem crescido como negócio e em sua carteira de clientes. Registrou um aumento de 50 mil consumidores de varejo em 2016.

Adriano Fedalto posicionou em sua exposição também a preocupação com a provisão que a Copel está fazendo para contingências, da ordem de R$ 200 milhões em 2016, que exige a retenção de ativos financeiros. Essas contingências orçamentárias são para gastos com tributos, gastos cíveis com demandas judiciais de consumidores e gastos com ações trabalhistas. As ações trabalhistas ocupam R$ 40 milhões do total.