SINDICATOS COBRAM JUSTIÇA AOS RESULTADOS PRODUZIDOS PELOS COPELIANOS

logo-campanha-2Os sindicatos, por seu lado, registraram que a contribuição dos trabalhadores para o crescimento do número de consumidores atendidos, para a satisfação dos consumidores e para a produtividade geral da Copel só faz crescer no correr dos anos. As situações de crescimento ou diminuição temporária de arrecadação não tem a ver com as atividades dos copelianos. Pelo contrário, nesse período todos os trabalhadores da Copel empreenderam grandes esforços para contribuir e melhorar o desempenho da empresa.

Os sindicalistas comentaram que os lucros expressivos e recordes que a Copel tem registrado nos anos recentes, inclusive em 2016, da ordem de R$ 1,132 bilhão no primeiro semestre, precisam ser distribuídos não só aos acionistas, mas transformados em melhor remuneração e benefícios aos trabalhadores.

Com a contribuição de Fabiano Camargo, economista do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, os sindicatos fizeram importantes contrapontos ao cenário apontado pela Copel.

Um dos argumentos é que ganhos com geração de energia não tem como ser constantes, pela sazonalidade de mercado, porém, a diminuição da arrecadação com venda de energia e menores tarifas tem compensação parcial com menores custos de geração, principalmente pelo não acionamento da UEG (cerca de R$ 600 milhões em 2016), que ajudam a aliviar a situação de queda dessas receitas.

Fabiano registra que os dados mais gerais da distribuição mostram crescimento de 12% da receita do fornecimento de energia. Se houve redução do preço das tarifas, ponderou Fabiano Camargo, também há certa compensação porque diminuem os custos da Copel com a compra de energia, que foram expressivos, com redução de R$ 1,3 bilhão no consolidado do grupo, resultando em queda de quase 30% em relação ao primeiro semestre de 2015. Não podemos apenas projetar o lado negativo, ponderou Fabiano, pois a situação geral da Copel é de equilíbrio e crescimento.

O blog do COLETIVO CSEC continuará a fornecer informações do andamento das negociações. Acompanhem.

TEMER ANUNCIA MEDIDAS QUE GOLPEIAM DIREITOS TRABALHISTAS E SOCIAIS

fora temerPublicado em 1 de setembro de 2016 por coletivocopel

Os trabalhadores brasileiros devem se preparar para lutar pelos direitos duramente conquistados ao longo de mais de 50 anos, porque estão em risco.

Ontem, logo após ser empossado, Michel Temer, em seu primeiro pronunciamento, anunciou duas medidas de que seu governo já vinha falando no período de interinidade: a reforma trabalhista e a reforma da previdência.

No mesmo dia de ontem, quase ao mesmo tempo, uma matéria no site da Folha de S. Paulo confirmava outra informação já ventilada no período da interinidade, sobre a qual o governo havia desconversado naquele período: o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, estuda rever a legislação para reduzir os benefícios do Sistema Único de Saúde – SUS e os gastos que a Constituição torna obrigatórios com a saúde.

São medidas que atingem em cheio os trabalhadores e a população em geral, de menor renda:

– Temer diz que a reforma trabalhista visa garantir empregos. Não irá garantir! Irá precarizar ainda mais. A principal mudança prevista é acabar com uma proteção fundamental do direito trabalhista, onde se garante que as negociações entre patrões e empregados só se realizem para ampliar salários, direitos e benefícios, nunca para diminuí-los. Desse modo podem acabar com benefícios já previstos em acordos anteriores e negociar redução de direitos previstos legalmente. Isso se chama “primado do negociado sobre o legislado”.

– Com a reforma da previdência, o governo pretende aumentar a idade mínima para as aposentadorias, atualmente estabelecidas em 65 anos de idade para os homens e 60 anos para as mulheres. O governo diz que há déficit nas contas da Previdência, mas para isso só calcula a receita da contribuição ao INSS dos trabalhadores, empregadores, autônomos, trabalhadores domésticos, chamada de contribuição previdenciária e nas despesas calcula o total do gasto com os benefícios de pensão, aposentadoria, auxílios como auxílio doença, auxílio-maternidade e auxílio-acidente. Com esse cálculo existe déficit. Ocorre que a Constituição prevê a previdência social como parte do sistema de seguridade, alimentado por vários tributos existentes para esse fim. Na receita da previdência devem ser inclusos também os recursos provenientes da Contribuição Social Sobre Lucro Líquido (CSLL), Contribuição sobre o Financiamento da Seguridade Social (CSLL) e do PIS-Pasep. Se forem consideradas essas outras fontes, não há déficit.

– Em relação ao SUS, apesar de suas falhas, é uma das mais importantes políticas sociais, conquistada a duras penas no Brasil e invejada em muitos países. Um governo sem voto e um ministro que nem de saúde entende deveriam colocar como prioridade destruir conquistas constitucionais e sociais?

Quem ganha com essas propostas?

– Ganham os empresários em geral, que terão como reduzir seus custos, ampliando a competitividade e os lucros;

– Ganham os empresários do sistema privado de previdência, que terão seu campo de negócios de aposentadoria ampliado pela procura de quem puder pagar para se aposentar antes e por aposentadoria complementar no futuro;

– Ganha o setor privado de saúde, se diminuírem os benefícios e atendimentos do SUS;

– Ganha o próprio governo, que quer gastar em outras políticas, sabe-se com que prioridades, pois não foram submetidas ao voto popular.

Tudo isso não é invenção de quem não gosta do governo de Michel Temer, nem partidarismo. São fatos que virão, se não houver reação popular.

 

AUDIÊNCIA PÚBLICA VAI DEBATER O PACOTAÇO DE BETO RICHA

Audiencia publica 30 08 15AUDIÊNCIA PÚBLICA LOTADA QUESTIONA PACOTE DE BETO RICHA

Publicado em 31 de agosto de 2016por coletivocopel

Com o auditório da Assembleia Legislativa (AL) lotado por cidadãos, representantes sindicais e movimentos sociais, aconteceu na manhã de ontem, terça-feira 30/08, a audiência pública que discutiu o pacote de medidas que o governo do Paraná enviou com o pretexto de realizar um novo ajuste fiscal. A audiência foi convocada graças principalmente à articulação feita pelo COLETIVO CSEC junto aos deputados.

Na mesa da audiência pública, colocando suas posições sobre o pacote, estiveram o Diretor Geral da Secretaria da Fazenda do governo estadual, George Tormin, o ex diretor de finanças da Copel Antônio Rycheta Arten, o Presidente da Comissão de Direito Tributário da OAB-Paraná, Fábio Artigas Grillo e o Presidente da Faciap – Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná, Guido Bresolin Junior.

Também presentes compondo a mesa os deputados Tadeu Veneri (PT), que coordenou a audiência, Maurício Requião Filho (PMDB), Péricles Mello (PT), Tercílio Turini (PPS), Evandro Araújo (PSC), Márcio Pacheco (PPL) e Claúdio Palozzi (PSC). Tiveram presença marcante na audiência, tomando posição, os sindicatos que representam os copelianos, em especial os que compõem o COLETIVO CSEC, os sindicatos que representam os trabalhadores da Sanepar, a APP-Sindicato e a Federação Nacional dos Urbanitários – FNU.

PACOTAÇO FOI TRANSFORMADO EM SEIS PROJETOS

O deputado Péricles Mello, que representa a oposição na Comissão de Constituição e Justiça da AL, informou que os 20 temas contidos no projeto inicial enviado pelo governo foram divididos em seis projetos, após o governo ter feito um acordo com setores empresariais que compõem o chamado G7, onde estão as sete maiores federações empresariais do estado. Na opinião do Deputado, esse rearranjo pouco mudou os males que provoca o pacote de medidas, como o risco de venda de ativos das empresas estatais.

Nos seis projetos que agora compõem o pacote de medidas, o governo pretende alterar as legislações que tratam dos impostos ICMS, ITCMD e IPVA; aprovação de reforma no Conselho de Contribuintes, órgão ligado à Receita Estadual que tem como atribuição julgar recursos de cidadãos e empresas que são cobrados indevidamente pelo Estado; criação de taxas para empresas pelo uso e exploração de água e minério; autorização para a venda de ações da Copel e Sanepar e imóveis de empresas públicas sem prévia autorização dos deputados estaduais e autorização para o contrair empréstimos e renegociar dívidas do Estado com a Copel e Sanepar.

AÇÃO DO GOVERNO CAUSA INDIGNAÇÃO

Defendendo as medidas do governo, falou na audiência George Tormin, Diretor Geral da Secretaria da Fazenda. Para ele, o pacote está dentro da tendência geral entre os estados brasileiros e a nível federal, de realizar programas de ajuste fiscal. Tormin defendeu a liberação para a venda bens da Copel e da Sanepar, prevista no pacote, como forma de dar autonomia para as duas empresas se administrarem, argumentando que elas são “independentes” do orçamento estadual. Em relação a vender ações, para o representante do governo, “é irrelevante” o estado deter 51% das ações das estatais, desde que mantenha o controle acionário das duas empresas.

Os argumentos do representante do governo causaram indignação entre os sindicatos que representam copelianos e saneparianos. As entidades sindicais estão enfrentando a intervenção do CCEE – Comitê de Controle das Empresas Estatais nas negociações, vigiando e segurando a possibilidade de recomposições salariais e avanços na participação em lucros e resultados e consideram que essa intervenção é algo bem diferente da independência de que o governo Beto Richa só fala quando lhe interessa.

O representante da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB-PR, Fábio Artigas Grillo, disse que já era esperada uma nova etapa de ajuste fiscal da parte do governo, mas que não imaginava que viria na forma do pacotaço, que ele classificou como “um festival de inconstitucionalidade”, a começar pelo rito de urgência para a tramitação na Assembleia Legislativa. “Não há justificativa para que tramite em regime de urgência”, afirmou. Para o representante da OAB, medidas que têm características de impostos devem ter outro tipo de trâmite, diferente do pretendido pelo governo. Há outras ilegalidades, na visão do representante da OAB, como taxar ICMS sobre empresas classificadas no Simples Nacional.

Um dos posicionamentos mais impactantes na audiência pública foi o do ex-diretor de Finanças, Relações com Investidores e de Controle de Participações da Copel Antonio Rycheta Arten. Ele projetou aos presentes um quadro mostrando como o estado do Paraná está perdendo o patrimônio acionário da empresa. Em 1994, o estado detinha 85% das ações da Copel, contra 15% das ações que pertenciam a outros acionistas. Em 1996, a partir do governo Lerner, que durou de 1995 até 2003, essa equação começou a mudar. O estado passa a deter 65% das ações e 35% delas pertencerem a acionistas privados. Em 1997 já muda a situação acionária, com o estado passando a deter 45% das ações e os acionistas privados a deterem 65%. De 1998 até os dias atuais, a situação acionária é de 31% das ações pertencendo ao estado do Paraná e 69% aos acionistas privados.

Embora essa perda de participação mostrada no quadro não signifique perda de controle acionário pelo estado, que ainda detém a maioria das ações com direito a voto nas decisões, aponta com clareza que o governo Lerner acelerou a venda de ações, que foi estancada no governo Requião e enfrenta agora as continuadas tentativas de Beto Richa em retomá-las.

As falas dos deputados que compuseram a mesa na audiência pública foi marcada pela crítica ao pacote de medidas do governador. Elas lembraram que já houve, em abril, o saque de recursos da previdência dos servidores e professores e agora veio outro pacote fiscal, sinalizando que Beto Richa governa mandando a conta para trabalhadores do setor público e para a sociedade paranaense, às custas de altas taxas e dilapidação do patrimônio público. O ponto central do pacote está localizado, na visão dos deputados do bloco independente e da oposição, em a venda das ações da Copel e Sanepar.

O deputado Evandro Araújo criticou como cínico o comportamento do Secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa. “Nós abrimos um debate bem intencionado aqui na Assembleia Legislativa sobre a situação fiscal, mas ele nos trata com cinismo e salto alto. Não dialoga.” Já o Deputado Tercílio Turini criticou a postura política do governador: “Se na eleição um candidato dissesse que iria colocar a mão na previdência dos servidores, promover o maior aumento das tarifas de água e energia do país e vender ações e patrimônio da Copel e Sanepar, seria eleito?”

COLETIVO CSEC SE POSICIONA CONTRA O PACOTE E LIDERA MOBILIZAÇÃO

Claudeir Fernandes, do STEEM

Pelos sindicatos do COLETIVO CSEC, falaram na audiência pública Claudeir Fernandes, do STEEM (Eletricitários de Maringá), Sandro Adão Ruhnke, do SINDEL (Eletricitários de Londrina) e Cícero Martins Jr, pelo Senge-Pr (Engenheiros), ressaltando que a Copel é uma construção de seus trabalhadores e do povo paranaense, tornando-se fundamental ao desenvolvimento do estado, não podendo ficar disponível para o interesse passageiro de qualquer governo. Para os representantes sindicais, Beto Richa

Sandro Ruhnke, do SINDEL

está governador, mas não está autorizado nem tem legitimidade para abrir mão de ativos e deste patrimônio público.

Ao final da audiência pública, marcado por protestos contra Beto Richa e seu secretário da fazenda, os sindicatos e movimentos sociais se reuniram, traçando os rumos da luta contra o chamado Pacotaço. Duas frentes de mobilização foram criadas: uma frente parlamentar, que vai atuar junto aos deputados, outra frente

Cícero Martins, do SENGE-PR

popular, que vai organizar audiências públicas nas Câmaras Municipais das principais cidades paranaenses, mobilizando lideranças políticas e sociais para pressionar os deputados a se posicionarem contra o pacote. A proposta é realizar essas audiências nas próximas semanas, antes que os projetos com as medidas entrem em votação na AL.

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

COLETIVO CSEC PROTOCOLOU A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DOS COPELIANOS

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Os representantes do COLETIVO CSEC e da Copel, no protocolo da Pauta Unificada de Reivindicações

Os sindicatos do COLETIVO CSEC protocolaram perante a Copel a Pauta de Reivindicações Unificada dos copelianos de suas bases de representação. A pauta foi entregue no dia 28 de julho, em reunião com essa finalidade, onde estiveram os representantes dos sindicatos que compõem o coletivo e, pela Copel, o Diretor de Gestão Empresarial, Gilberto Mendes Fernandes, acompanhado de Luiz Carlos Cavanha Junior e Ana Letícia Feller, do RH e da comissão negociadora da empresa.

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Sindicalistas e representantes da Copel conversam sobre as expectativas e cronograma para as negociações

Além de entregar a pauta, os sindicatos sugerem, em ofício, que as negociações visando o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17 se iniciem na semana de 12 a 16 de setembro. Até lá, a Copel irá analisar as reivindicações dos trabalhadores e preparar sua proposta para o ACT.

A pauta dos copelianos representados pelo COLETIVO CSEC contém 39 reivindicações, agrupadas em três blocos. No bloco inicial estão as

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A pauta é formalmente recebida pela Copel, que agora irá analisá-la.

reivindicações que são inerentes ao Acordo Coletivo, como a manutenção de conquistas anteriores, reuniões periódicas de avaliação, garantia de emprego e outras. No segundo bloco estão os itens econômicos, como reajuste salarial e reajustes nos demais benefícios que formam a remuneração. No terceiro bloco estão os itens administrativos, como licença maternidade e paternidade, jornada de trabalho e questões de saúde e segurança, entre outros.

Para os sindicatos do COLETIVO CSEC, o período de agora até o início das reuniões de negociação será de mobilização e organização dos copelianos para lutar por suas reivindicações. Os sindicatos têm convicção de que, quanto mais ativa e atenta estiver a categoria, mais fortes estarão os sindicatos na mesa de negociações.

A pauta de reivindicações entregue para a Copel está disponível na íntegra no link abaixo. Confira:

Pauta Unificada ACT 2016-2017

COLETIVO CSEC DISCUTE DADOS E CENÁRIOS PARA AS NEGOCIAÇÕES DO ACT 2016/17

COLETIVO CSEC DISCUTE DADOS E CENÁRIOS PARA AS NEGOCIAÇÕES DO ACT 2016/17

LOGO CAMPANHA 3Na preparação para o Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17, os sindicatos do COLETIVO CSEC ouviram e debateram na manhã desta quarta-feira, 27/07, o cenário político-econômico e os dados que estarão em torno das negociações com a Copel, contando com a assessoria do DIEESE – Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos.

dieese 4O economista Fabiano Camargo, do DIEESE, mostrou e analisou dados como as negociações envolvendo os trabalhadores eletricitários nos anos recentes, as tendências econômicas atuais, os projetos em tramitação no Congresso Nacional que ameaçam direitos dos trabalhadores e as perdas inflacionárias acumuladas nos últimos 12 meses.

Para os sindicatos, ter preparados dieese 2dados e bons argumentos é parte essencial no desenvolvimento de uma boa negociação. O COLETIVO CSEC em breve publicará um jornal específico com essas informações, além de várias matérias no blog dedicadas aos cenários da negociação do Acordo Coletivo.

Fazem parte do COLETIVO CSEC os sindicatos Senge-Pr (engenheiros), Steem (eletricitários de Maringá e região), Sindel (eletricitários de Londrina e região), Sinefi (eletricitários de Foz do Iguaçu), Sinel (eletricitários Ponta Grossa), Siemcel (eletricitários de Cascavel)  e Stiecp (eletricitários de Cornélio Procópio e região).

 

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

SAIBA O QUE SÃO OS ACORDOS COLETIVOS DE TRABALHO

LOGO CAMPANHA 2Olá copelianos

 Os sindicatos do COLETIVO CSEC já deram a largada da campanha de mobilização e luta pelo Acordo Coletivo 2016/17. O COLETIVO CSEC é formado pelos sindicatos Senge-Pr (engenheiros), Steem (eletricitários de Maringá e região), Sindel (eletricitários de Londrina e região), Sinefi (eletricitários de Foz do Iguaçu), Sinel (eletricitários Ponta Grossa), Siemcel (eletricitários de Cascavel)  e Stiecp (eletricitários de Cornélio Procópio e região).

 O compromisso do COLETIVO CSEC é lutar pelos eletricitários, com firmeza, respeito, informação e transparência. Para que todos estejam bem informados sobre o que é um Acordo Coletivo, dedicamos essa matéria ao tema.

 O direito aos Acordos Coletivos de Trabalho é garantido no artigo 7º, inciso XXVI da Constituição Federal, para os trabalhadores urbanos e rurais.

O Acordo estipula direitos e condições de trabalho no âmbito da empresa (ou empresas) acordantes e seus empregados. Cabe aos sindicatos representativos das categorias profissionais de trabalhadores, conforme previsto no artigo 611, parágrafo 1º da CLT, a celebração os acordos coletivos de trabalho com a empresa (ou empresas).

O QUE É DATA-BASE?

A data-base de uma categoria de trabalhadores é a época do ano em que ocorre a negociação e revisão das condições salariais e demais condições de trabalho que serão fixadas nos Acordos Coletivos.

Nessa ocasião, os trabalhadores, organizados em seus sindicatos, vão apresentar à empresa (ou empresas) empregadoras, sua pauta de reivindicações de condições salariais, direitos e benefícios, que querem transformar em normas de contrato coletivo de trabalho, ou seja, em direitos comuns dos trabalhadores da empresa.

No âmbito da Copel, a data-base é outubro. As assembleias estão acontecendo agora para aprovar a pauta de reivindicações. A empresa terá um tempo para analisá-la e depois iniciam-se as negociações.

O QUE SÃO AS ASSEMBLEIAS QUE DECIDEM SOBRE O ACORDO COLETIVO?

As assembleias gerais que decidem sobre o acordo coletivo de trabalho são momentos democráticos, onde os trabalhadores, coletivamente, aprovam as reivindicações que apresentarão para a empresa para negociar salários, direitos e benefícios. Essas assembleias estão previstas no artigo 612 da CLT.

Primeiro acontecem as assembleias que formam a pauta de reivindicações. A pauta deve ser definida coletivamente pelos trabalhadores, em assembleias sindicais, para ser apresentada a empresa e negociada entre ela e os sindicatos na data-base, buscando chegar ao Acordo Coletivo.

Depois ocorrem as assembleias que avaliam e decidem diante das propostas apresentadas pela empresa (ou empresas). Sindicatos verdadeiramente comprometidos com os trabalhadores, como os do COLETIVO CESEC, fazem questão de convocá-los, informá-los e ouvi-los nesses momentos fundamentais de decisão.

O QUE É DISSÍDIO COLETIVO?

Em caso de não haver acordo entre os trabalhadores e a empresa (ou empresas) nas negociações previstas para a celebração de Acordos Coletivos, poderá haver ajuizamento de ação de Dissídio Coletivo, buscando que a justiça trabalhista defina uma posição diante do conflito. Do lado dos trabalhadores, quem pode ajuizar ação de dissídio coletivo são as entidades sindicais que os representam, ou órgão competente do Ministério do Trabalho.

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

ACT 2016/17: COLETIVO CSEC UNIFICA A PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DIAS 26 E 27/7

Olá copelianoslogo-campanha-3

Os sindicatos do COLETIVO CESEC, Senge-Pr (engenheiros), Steem (Maringá), Sindel (Londrina), Sinefi (Foz do Iguaçu), Sinel (Ponta Grossa), Siemcel (Cascavel)  e Stiecp (Cornélio Procópio), estão atuando a pleno vapor para conseguirmos um bom Acordo Coletivo de Trabalho – ACT 2016/17, nas negociações com a Copel.

Nos dias 26 e 27/07, os sindicatos se reúnem em Curitiba para unificar as pautas aprovadas nas assembleias de cada entidade sindical. Dia 28, protocolam a pauta unificada na Copel.

As ações estão planejadas de modo que tudo aconteça com boa organização e informações disponíveis aos trabalhadores, constantemente. O compromisso do COLETIVO CESEC é lutar pelos eletricitários com firmeza, respeito às suas prioridades e transparência.

EDITAL DE REGISTRO DE CHAPAS – ELEIÇÕES SINDICAIS 2016

 EDITAL DE REGISTRO DE CHAPAS – ELEIÇÕES SINDICAIS 2016

Pelo presente Edital a Comissão Eleitoral, eleita em Assembléia Geral dos associados do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Produção, Geração, Transmissão, Distribuição e Comercialização de Energia Elétrica de Fontes Hídricas, Térmicas e Alternativas e Gás Natural nas Empresas Públicas e Privadas de Maringá e Região Noroeste do Paraná – STEEM, no exercício das atribuições que lhe conferem o Estatuto Social e a legislação vigente, torna público que no dia 04 de maio de 2016, ás 17 (dezessete) horas, prazo para encerramento de registro de chapas, constatou-se a inscrição de uma única chapa, efetuada no dia 28 de abril as 10h50 min., intitulada: LUTAS E DESAFIOS PELA DEMOCRACIA, para concorrer à ELEIÇÃO para renovação do Sistema Diretivo e Conselho Fiscal para a Gestão 2016-2020, a ser realizada no dia 25 de Maio de 2016, cuja composição é a seguinte: Diretoria Executiva: Membros Titulares: 01 – Diretor Presidente – Claudeir Fernandes; 02 – Secretário Geral – Admilson Antônio Alberti; 03 – Secretário de Finanças – Jonas Braz; 04 – Secretário de Assuntos Jurídicos – Dalnei João Mafra; 05 – Secretário de Comunicação – Lindslei Cantarelli; 06 – Secretário de Formação e Estudos Sócios Econômicos – Natal Ussueli; 07 – Secretário de Saúde e Segurança no Trabalho – Clébis Bruno; 08 – Secretária da Mulher, Etnia e Diversidade – Letícia Cristina Alves; 09 – Secretário dos Aposentados e Pensionistas – Osmar Alves Cavalheiro; Membros Suplentes: 01 – Benedito Paulo de Melo; 02 – Oldemir Rodrigues de Souza; 03 – Edimar de Souza Fanti; 04 – Jackson Antônio dos Santos; 05 – Érica Montarini Gaspani Candelária; 06 – José Carlos Fagundes; 07 – Fernando Shigueo Taramatsu; 08 – Josanne Karine Alves Correia; 09 – José Carlos de Melo. Diretoria RegionalDiretores Regionais de MaringáMembro Titular: 01 – Mauricio Freitas Figueiredo; 02 – André Ulisses Borges. Membro Suplente: 01 – Bruno Henrique Tiene; 02 – Romildo Ussueli. Diretores Regionais de UmuaramaMembro Titular: 01 – Carlos Alberto Ferreira; 02 – Paulo Roberto Massias. Membro Suplente: 01 – Marcos Antônio Gimenes Pires; 02 – Agenor José Gomes. Diretores Regionais de Paranavaí – Membro Titular: 01 – Edilson Ortiz; 02 – Evandro Braga Morovis. Membro Suplente: 01 – Everson Rogério Tavares; 02 – Ricardo Dabroi Marques. Diretores Regionais de Campo MourãoMembro Titular: 01 – André Corghi; 02 – Adilson Senhorinho; 03 – Aline de Cassa de Almeida; 04 – Sandro Aparecido Caramanico; 05 – Adálio Sebastião de Araújo. Membro Suplente: 01 – Eugênio Gadotti; 02 – Rogério Nogueira; 03 – Janderson Paulo Bonfim; 04 – Juliano Maia Ferreira; 05 – Aldri Carvalho Lobato. Diretores Regionais de CianorteMembro Titular: 01 – Márcio Ramos da Cruz; 02 – José Laércio Ghirardi Fusco. Membro Suplente: 01 – Altiere Elder dos Santos; 02 – Wilson Barbosa de Oliveira. Delegados Sindicais RegionaisDelegados Sindicais de Maringá: 01 – Carlos Henrique de Carvalho; 02 – Edson Pagangrizo Spagnol; 03 – Ginivaldo Elias Cordeiro; 04 – Sérgio Alexandre dos Santos. Delegados Sindicais de Umuarama: 01 – Arlindo Caldeira da Silva Junior; 02 – Carlos Henrique de Souza Silva; 03 – Davi Pereira da Silva; 04 – Jéssica Lays Corrêa; 05 – Noel Moreira da Silva; 06 – Wilson Adriano Caetano. Delegados Sindicais de Paranavaí: 01 – Ailton Lourenço; 02 – Carlos Freire Amorim; 03 – Charles Carraschi; 04 – Nelson Rosa Filho; 05 – Reginaldo Silva; 06 – Sérgio Bento Lolli; 07 – César Alexandre dos Santos. Delegados Sindicais de Campo Mourão: 01 – Alceu do Nascimento Corrêa; 02 – Cícero Ferreira da Silva; 03 – Claudinei Gimenes Hernandes; 04 – Fábio Imbério; 05 – Iria Dsiedzic Nogara; 06 – Jaime Fernandes de Souza Junior; 07 – José Garaluz; 08 – Leonardo Smith Wanderbrooch; 09 – Luiz Alberto do Nascimento; 10 – Paulo Bortolucci; 11 – Thiago Zanini Kiwel. Delegados Sindicais de Cianorte: 01 – Aguinaldo José Romeiro; 02 – Claudecir de Oliveira Marani; 03 – Raul Aparecido Frois, 04 – Rubens Divino dos Santos. Conselho FiscalMembros Titulares: 01 – Jaime de Campos; 02 – Osdair Ambrósio de Souza; 03 – Geraldo da Rocha de Souza. Membros Suplentes: 01 – Rederval José Teixeira; 02 – Nivaldo Miranda; 03 – Claudio Rodrigues de Souza. Representantes dos AposentadosMembros Titulares: Maringá: 01 – Orlando Barcos. Umuarama: 01 – Sebastião José de Souza. Paranavai: 01 – Cicero Alves Batista. Membro Suplente: 01 – Ubirajara Lemos da Silva. Campo Mourão: 01 – Laércio Zarsk. Cianorte: 01 – Luiz Rodrigues de Souza. Intitulada chapa 1 (chapa um). De acordo com as disposições estatutárias fica aberto o prazo de 5 (cinco) dias para impugnações.

Maringá, 04 de maio de 2016.

MARIA LÚCIA F. GOMES BERTIN

COMISSÃO ELEITORAL

PRESIDENTE